MURILO MENDES, ESPINOSA, DIVINDADE E MUNDO FÍSICO

Autores/as

  • José Edelberto Araújo de Oliveira Universidade do Estado de Minas Gerais

Palabras clave:

Filosofia, Gebhardt, Natureza, Paixões, Sagrado

Resumen

Diferente daquilo que se poderia esperar de um intelectual católico moldado durante a primeira metade do século 20 e em posição contrária aos processos criativos inseridos em confrontos do tipo sagrado e profano, Murilo Mendes integra na mesma conformidade as ações do cotidiano com aquilo que estas provocam no interior de cada indivíduo. Reconhecido como um transgressor das formas de expressão literária, conjuga o conhecimento particular da ciência com a manifestação de uma esperança subjetivamente fundamentada. Este artigo examina o itinerário das noções de divindade e mundo físico presentes nas memórias de Murilo Mendes – preferencialmente, as publicadas em A idade do Serrote − que permitem entrevê-las como compatíveis com a perspectiva interpretativa da tradição de comentadores delineada por Carl Gebhardt para a obra de Espinosa em dois aspectos: a totalidade como sistematizável a partir da vida prática e a filosofia como uma religião metafísica. Defende-se que, nem sempre citado, Espinosa está presente no conjunto dos conteúdos das exposições murilianas.

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Biografía del autor/a

José Edelberto Araújo de Oliveira, Universidade do Estado de Minas Gerais

Doutor em Filosofia pela Universidade Estadual de Campinas − UNICAMP com Pesquisa de Pós-Doutorado em curso junto ao Instituto de Filosofia e Ciências Humanas − IFCH da mesma instituição. Professor Efetivo da Universidade do Estado de Minas Gerais − UEMG, jose.edelberto@uemg.br.

Citas

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Publicado

2025-12-30

Cómo citar

ARAÚJO DE OLIVEIRA, José Edelberto. MURILO MENDES, ESPINOSA, DIVINDADE E MUNDO FÍSICO. Revista Olhares, Salvador, Brasil, v. 1, n. 15, p. 68–78, 2025. Disponível em: https://publicacoes.unijorge.com.br/revistaolhares/article/view/790. Acesso em: 24 ago. 2026.