Aparato de artista
iluminuras indestináveis
Palabras clave:
Carta, Escrita poética, Manoel de Barros, Ato de criaçãoResumen
A proposta de análise literária desenvolvida no presente trabalho segue por uma perspectiva teórico-crítica performática, na qual apropria-se do objeto de pesquisa de forma a percebê-lo e reconstruí-lo como material artístico. Deste modo, nessa pesquisa, realizou-se a apropriação do gênero carta para o desempenho estrutural das abordagens que entrelaçam teoria e escrita poética, arte e pensamento, uma tentativa de dar ao trabalho contornos estilísticos os quais se aproximam da forma de escrita muito utilizada pelo poeta Manoel de Barros (Cuiabá, MT, 1916 – Campo Grande, MS, 2014) - uma maneira aqui adotada para homenageá-lo; além de afirmar outras possibilidades de análise teórico-crítica de textos literários para o âmbito acadêmico, que visem evidenciar tanto as potencialidades do objeto trabalhado quanto a necessidade de se responder artisticamente à obra. Essa publicação traz parte dessa pesquisa, uma reflexão sobre o devir, envolvendo o campo da literatura, da filosofia e da arte, para a elaboração do que vem a ser denominado aqui por “ato de criação”.
Citas
AGAMBEN, Giorgio. O fogo e o relato. São Paulo, Boitempo, 2018a.
BARBIERI, Cibele Prado. Lygia Clark, da vida à arte e de volta à vida. Estud. psicanal., Belo Horizonte, n. 31, p. 36-42, out. 2008. Disponível em: http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S010034372008000100005&lng=pt&nrm=iso. Acesso em: 07 jun. 2019.
BARROS, Manoel de. Arranjos para assobio. 4. ed. Rio de Janeiro: Record, 2002.
BARROS, Manoel de. Escritos em verbal de ave. São Paulo: LeYa, 2013.
BARROS, Manoel de. Exercícios de ser criança. Rio de Janeiro: Salamandra, 1999.
BARROS, Manoel de. Livro sobre nada. Rio de Janeiro: Record, 1996.
BARROS, Manoel de. Manoel de Barros: poesia completa. São Paulo: Leya, 2013. p. 480.
BARROS, Manoel de. O guardador de Águas. 2. ed. Rio de Janeiro: Record, 1998b.
BARROS, Manoel de. O livro da ignorãças. 2. ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1994.
BARROS, Manoel de. Tratado geral das grandezas do ínfimo. 3. ed. Rio de Janeiro: Record, 2005.
CASTELLO, Lucia Branco e SANNA, Gabriel. LÍNGUA DE BRINCAR. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=xvz14rthe3M. Acesso em: dia 19 abr. 2019.
DELEUZE, Gilles e PARNET, Claire. Diálogos. São Paulo: Escuta, 1998.
GIACÓIA Jr., Oswaldo. Agamben. Por uma ética da vergonha e do resto. São Paulo, N-1, 2018.
Laboratório de Sensibilidades. Uma subjetividade é uma dobra do fora (transcrição de fragmento de áudio). Disponível em: https://laboratoriodesensibilidades.wordpress.com/2016/03/22/uma-subjetividade-e-uma-dobra-do-fora-transcricao-de-fragmento-de-audio/. Acesso em: 20 maio 2019.
LIMA, Dani. Gesto: Práticas e Discursos. Rio de Janeiro: Cobogó, 2013, p.248.
Ocupação Manoel de Barros / Organização Itaú Cultural; Ilustrações Manoel de Barros. São Paulo: Itaú Cultural, 2019.
PELBART, P-P. O avesso do niilismo: cartografias do esgotamento. São Paulo: N-1 Edições, p.345, 2013.
SANTOS, Roberto Corrêa dos. Cérebro-Ocidente/Cérebro-Brasil: arte/escrita/vida/pensamento/clínica ---- tratos contemporâneos. 1ª. ed. Rio de Janeiro: Circuito:FAPERJ, 2015. v. 01. p.237.
SÓ DEZ POR CENTO É MENTIRA. Direção e roteiro de Pedro Cezar. Autor. Rio de Janeiro: Artezanato eletrônico e Downloun Filmes, 2008, 76 min, português.
TSUTSUI, Ana Lúcia Nishida. Revista Cult: canal e expressão pública da produção intelectual. Entrevista com Manoel de Barros, publicação: 14 de dezembro de 2012, nº 175.
Descargas
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia
Copyright (c) 2025 Apoena Revista Eletrônica
Esta obra está licenciada sob a Licença Internacional Creative Commons Atribuição 4.0.
A reprodução, total ou parcial, dos artigos publicados fica sujeita à expressa menção da procedência de sua publicação, a edição e data dessa publicação, dando crédito ao criador. Para efeitos legais, deve ser consignada a fonte de publicação original.