A representação iconográfica da morte na cidade do Salvador(SÉCULOS XVIII E XIX)

Autores

  • Adenilton Rozendo dos Santos Centro Universitário Jorge Amado
  • Luciana Onety da Gama Sobral Centro Universitário Jorge Amado

Palavras-chave:

Morte, Imaginário, Iconografia, Cidade, Bahia.

Resumo

A morte sempre se apresentou como o maior desafio da humanidade, pois além de confrontá-lo com sua finitude, expõe a fragilidade da vida humana. Em torno da morte criou-se todo um imaginário alimentado por temores e estereótipos diversos. A forma como o homem ressignifica sua relação com a morte se exprime de inúmeras formas, manifestadamente na iconografia que ao longo do tempo refletiram na mudança de atitude frente à morte e ao morrer. Na Cidade da Bahia, capital da América portuguesa dos séculos XVI ao XVIII, a morte se fez presente em edifícios religiosos, nos acervos das igrejas e numa infinidade de manifestações artísticas que consolidaram sua presença no imaginário baiano do período.

Biografia do Autor

Adenilton Rozendo dos Santos, Centro Universitário Jorge Amado

Graduando pela licenciatura em História do Centro Universitário Jorge Amado(UNIJORGE). Professor da rede privada de ensino e pesquisador.

Luciana Onety da Gama Sobral, Centro Universitário Jorge Amado

Mestre em História Social pela UFBA. Professora e coordenadora das licenciaturas em História e Letras do Centro Universitário Jorge Amado.

Referências

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Publicado

2021-11-10

Como Citar

Santos, A. R. dos, & Sobral, L. O. da G. (2021). A representação iconográfica da morte na cidade do Salvador(SÉCULOS XVIII E XIX). Apoena, 4, 1–11. Recuperado de https://publicacoes.unijorge.com.br/apoena/article/view/285

Edição

Seção

Artigos