Encruzilhando potências e modos de existência

Baco Exu do Blues e o seu dom de pirraçar

Autores

  • Gabriel Reis Santos Alves Centro Universitário Jorge Amado
  • Moises Oliveira Alves UFBA
  • Acácia Angélica Monteiro UNEB. Faculdade São Luis de França. UNISAM. UFBA.

Palavras-chave:

Arte, Existências, Micropolítica, Pirraça, Produção

Resumo

Este trabalho consiste em analisar as produções artísticas do cantor, compositor, rapper e poeta contemporâneo brasileiro Baco Exu do Blues, apontando a potência de suas obras para com um novo modo de produção de arte elaborada através do ato de reexistir. Evidenciando em suas produções a proposta de novos modos de vida pautados na pirraça, propondo micropolíticas para emergir existências alheias às convencionais. Tal inquirição tem por objetivo ressaltar a força discursiva destas produções e as articulações políticas, sociais e artísticas contidas nelas. Para a construção desta pesquisa fez-se preciso a análise das obras, para em diálogo teórico promover discussões acerca dos temas abordados nas produções e nas movimentações político-sociais que sua arte desenvolve.

Biografia do Autor

Gabriel Reis Santos Alves, Centro Universitário Jorge Amado

Licenciado em Letras -Língua Portuguesa e Língua Inglesa no Centro Universitário Jorge Amado(Unijorge).

Moises Oliveira Alves, UFBA

Doutor e Mestre em LITERATURA E CULTURA pela UFBA, Licenciado em pela UFBA.

Acácia Angélica Monteiro, UNEB. Faculdade São Luis de França. UNISAM. UFBA.

Mestra em Gestão e Tecnologia aplicadas à Educação pela UNEB, Especialista em Arte e Educação pela Faculdade São Luís de França-SE, Licenciada em Língua Portuguesa e Artes pela UNISAM e Bacharel em Canto pela UFBA.

Referências

BACO Exu do Blues. ESÚ. Direção: Nansy Silvvs e Scooby. Brasil: 999, 2017. 1 álbum. 32min 05segs. Disponível em: https://www.youtube.com/playlist?list=PLEBT36dqW0GIDdmX1LjTYkXByD0ggwbEy Acesso em: 14 set. 2020.

CRAVO NETO, Mario. Laróyé. Salvador: Áries Editora, 2000.

DELEUZE, Giles; GUATARRI, Félix. Mil Platôs. Volume 4. São Paulo: Editora 34, 1997.

FOUCAULT, Michel. A ordem do discurso: aula inaugural no Collège de France, pronunciada em 2 de dezembro de 1970. Tradução de Laura Fraga de Almeida Sampaio. São Paulo: Edições Loyola, 2012.

GOFFMAN, Kem; JOY, Dan. A contracultura através dos tempos: Do mito de Prometeu à cultura digital. Rio e Janeiro: Ed. Ediouro, 2007.

IMORTAIS e Fatais. In: BACO Exu do Blues. ESÚ. Direção: Nansy Silvvs e Scooby. Brasil: 999, 2017. Faixa 10. 4min 37segs. https://www.youtube.com/watch?v=CcFfnLVnqCk. Acesso em: 14 set. 2020.

INTRO [part. KL Jay]. In: BACO Exu do Blues. ESÚ. Direção: Nansy Silvvs e Scooby. Brasil: 999, 2017. Faixa 1. 2min 13segs. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=kQyVx8iMtlM. Acesso em: 14 set. 2020.

MBEMBE, Achille. Necropolítica. 3. ed., São Paulo: n-1 edições, 2018. 80p.p.

ORQUESTRA AFRO-SINFÔNICA. Obaluayê. 1957. 1 album. 27min 16segs. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=YMq87VFaBu4.

PELBART, Peter Pál. Por uma arte de instaurar modos de existência que “não existem”. Concreta, v. 4, p. 77-87, 2014.

Downloads

Publicado

2020-11-03

Como Citar

Alves, G. R. S., Alves, M. O., & Monteiro, A. A. (2020). Encruzilhando potências e modos de existência: Baco Exu do Blues e o seu dom de pirraçar. Apoena, 3, 1–11. Recuperado de https://publicacoes.unijorge.com.br/apoena/article/view/240

Edição

Seção

Artigos